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“O aperreio do cabra que o Excomungado tratou com má-querençae o Santíssimo não deu guarida”


Autores: Me Leva, Gabriel Coelho, Miguel da Imperatriz, Luiz Brinquinho, Antonio Crescente e Renne Barbosa

Intérprete: Pitty de Menezes

VEIO CONTAR PRA VOCÊS UMA HISTÓRIA DE ASSOMBRAR, TIRA SONO MAIS DE MÊS DISSE UM CABRA QUE NAS BANDAS DO NORDESTE PILÃO DEITADO SE ACHEGAVA COM O BANDO VINHA NO RIFLE DE CORISCO E CANSANÇÃO JUNTO DE CIRILO ANTÃO, VIRGULINO NO COMANDO DEUS NOS ACUDA, TODO POVO APERREADO A NOTÍCIA CORRE CÉU E CHÃO RACHADO REBULIÇO NO OLHAR DE UM MAMULENGO ERA DIA 28 E LAGRIMAVA O SERENO E FOI-SE ENTÃO... ADEUS, CAPITÃO! NO ESTOURO DO PIPOCO ROLA O QUENGO DO CABOCLO A SETE PALMOS DESSE CHÃO NOS CONFINS DO SUBMUNDO ONDE NÃO EXISTE INVERNO BANDOLEIRO SEM ESTRADA PEDIU ABRIGO ETERNO ATIÇOU O CÃO CÁ-TRÁS, FEZ FURDUNÇO E SATANÁS EXPULSOU ELE DO INFERNO O JAGUNÇO IMPLOROU LUGAR NO CÉU TODA SANTARIA SE FEZ DE BEDEL CABRA MACHO EXCOMUNGADO DE TOCAIA NO BALÃO NEM ROGANDO A PADIM CIÇO ELE TEVE SALVAÇÃO PELOS CANTOS DO SERTÃO... VAGUEIA, VAGUEIA TAL QUAL BARRO FEITO A MÃO MISTURADO NA AREIA QUANDO A SANFONA CHORA, MANDACARU AFLORA BATE ZABUMBA TOCANDO NO MEU CORAÇÃO LEOPOLDINENSE, CANGACEIRO, A MINHA ESCOLA EIS O DESTINO DO VALENTE LAMPIÃO

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