A TEORIA QUE ARMA A NOSSA PRÁXIS
1. Materialismo Amefricano
É a base analítica que adapta o materialismo histórico à realidade do continente. Propõe que não se pode entender a economia ou a luta de classes sem centralizar o racismo e o sexismo como motores da exploração. É o olhar voltado para as especificidades das Américas, onde a resistência negra e indígena molda a sobrevivência.
2. Gramática Sociológica
Refere-se ao conjunto de códigos, normas e linguagens que estruturam a sociedade. Este pilar investiga como as instituições "leem" os corpos e como os discursos dominantes silenciam certas subjetividades. O objetivo é decodificar as regras invisíveis que mantêm as hierarquias sociais.
3. Banzo Institucional
Uma evolução do conceito histórico de banzo (a melancolia da escravização). Aqui, ele descreve o esgotamento psíquico e existencial gerado por ambientes corporativos e institucionais hostis. É o sentimento de não-pertencimento e o custo emocional de habitar espaços que não foram desenhados para a nossa presença.
4. Tecnologias Emancipatórias
São as ferramentas, saberes e métodos utilizados para romper ciclos de opressão. Não se limita ao digital; envolve estratégias de cura, organização comunitária e inovação social que visam a autonomia e a liberdade plena, transformando a dor em potência política e prática.
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