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  • 📣Edital Pandora de Ensaios 2026: Convocatória para o Pensamento Crítico Independente

    A Livraria Pandora tem o prazer de lançar sua primeira chamada aberta para ensaios inéditos. Nosso blog consolidou-se como um projeto editorial e um espaço de intervenção pública. Mais do que resenhas, publicamos análises sociológicas, críticas decoloniais e investigações sobre as estruturas que moldam nossa sociedade. Agora, abrimos este espaço para novas vozes. Convocamos escritores, pesquisadores, ativistas e pensadores independentes que utilizam a escrita como ferramenta de análise crítica e transformação social a contribuir com este debate. 🎯 Nosso Objetivo O objetivo desta convocatória é selecionar ensaios inéditos que dialoguem diretamente com o nosso "Núcleo Editorial". Buscamos fortalecer a circulação de ideias, ampliar a diversidade de perspectivas e construir um acervo de pensamento crítico alinhado com as lutas do nosso tempo. 🧭 Linhas Editoriais (Categorias para Submissão) Os ensaios submetidos devem, obrigatoriamente, dialogar com uma das 11 categorias temáticas do nosso Núcleo Editorial. Buscamos textos que: 1. Teoria Sociológica Buscamos ensaios que coloquem a teoria sociológica em prática. Como as ferramentas da Teoria Crítica (Adorno, Horkheimer) ou do Interpretativismo (Geertz) explicam fenômenos atuais como a pós-verdade ou a plataformização da vida? Quais são os limites dessas teorias clássicas diante das questões decoloniais? Aceitamos tanto introduções acessíveis a grandes teóricos quanto reexames críticos de seus legados. 2. Pensamento Social Brasileiro Esta categoria convida a um reexame do Brasil. Buscamos ensaios que desafiem as narrativas hegemônicas (como o mito da democracia racial, o 7 de Setembro como ato heroico, ou a "brasilidade" como um projeto de apagamento). Queremos análises sobre como a identidade nacional foi forjada, quem foi silenciado nesse processo e como pensadores (como Lélia Gonzalez, Guerreiro Ramos ou Abdias do Nascimento) oferecem caminhos para uma nova interpretação do país. 3. Justiça, Estado e Sociedade O foco aqui é a análise estrutural do poder e o centro de nossa pesquisa sobre indicadores antirracistas. Convidamos a ensaios que investiguem o como o racismo e a desigualdade operam. Como o Estado atua (ou se omite) através do sistema de justiça, da segurança pública (letalidade policial), da saúde (mortalidade materna) ou da educação (escolas cívico-militares)? Análises sobre indicadores (corporativos ou públicos), políticas públicas e os mecanismos de necropolítica são o cerne desta categoria. 4. Cidades, Espaço e Desigualdade Como a desigualdade social se inscreve na geografia das cidades? Buscamos ensaios sobre racismo ambiental, a luta pelo direito à cidade, os processos de gentrificação e, crucialmente, a sociologia da mobilidade. Como o tempo e o custo do transporte (especialmente para a população universitária e trabalhadora) funcionam como barreiras de acesso e perpetuadores da exclusão? 5. Pensamento Negro e Decolonial Apresentem e debatam conceitos, histórias e pensadores (como Fanon, Lélia Gonzalez, Abdias do Nascimento) que fundamentam a epistemologia antirracista. Ensaios sobre espiritualidades e religiões de matriz africana ou indígena como pilares de resistência, identidade e produção de conhecimento são centrais para esta categoria. 6. Política, Afeto e Subjetividade Como as estruturas políticas adoecem e como o afeto pode curar? Esta categoria explora a intersecção entre o social e o psíquico. Buscamos ensaios que tratem o amor, o cuidado, o luto e o trauma não como experiências puramente individuais, mas como fatos sociais e políticos. Diálogos entre sociologia, psicanálise e o legado de pensadoras como bell hooks são o foco aqui. 7. Pedagogia Crítica e Sociedade O que é educar em uma sociedade desigual? Buscamos reflexões que atualizem o legado de Paulo Freire (como a pedagogia do afeto ou a alfabetização crítica). Queremos também análises sobre a função social de professores, bibliotecários e mediadores de leitura, e como a educação, formal ou informal, pode atuar como uma prática de cuidado, libertação e antirracismo. 8. Arte, Estética e Política Aqui, a cultura é analisada como arma. Buscamos "etnografias" críticas da música popular (como o rap dos Racionais ou o samba de Leci Brandão), análises do cinema (como o Cinema Novo), ou da literatura (como a "escrevivência") que revelem como a arte pode tanto reforçar o status quo quanto ser uma ferramenta de insurgência. O que a estética dos nossos monstros (do Saci ao Gótico) ou de nossos manifestos diz sobre nós? 9. Movimentos Sociais e Resistência Como a sociedade civil se organiza para lutar por justiça? Esta categoria busca análises sobre o ativismo contemporâneo e histórico. Queremos ensaios sobre a luta por direitos LGBTQIA+, o movimento negro, o feminismo interseccional, as feiras literárias de periferia, ou as táticas de mestres da cultura popular. Como a resistência se articula no dia-a-dia e na prática coletiva? 10. América Latina em Foco Para além do "umbigo" brasileiro, queremos ensaios que conectem nossas "veias abertas" às de nossos vizinhos. Como os traumas das ditaduras (como o 11 de Setembro chileno), os processos de colonização e as lutas populares (como a voz de Mercedes Sosa ou a Revolução dos Cravos e seu impacto nas colônias africanas) criam um destino compartilhado? Buscamos análises que pensem o Brasil como parte da América Latina. 11. Crítica do Tempo Presente Este é o espaço para a "sociologia do agora". Buscamos ensaios que apliquem a Teoria Crítica (como Adorno) para analisar a indústria cultural hoje: o Big Brother Brasil, as novelas, o futebol-negócio, a ansiedade vendida como entretenimento nas redes sociais. Como a mídia (tradicional ou digital) constrói, espelha e, por vezes, distorce o imaginário racial e social? 📜 Normas para Submissão Público: A chamada é aberta a todos os interessados (estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores, professores, ativistas, escritores independentes, etc.). Ineditismo: Os textos devem ser inéditos, não tendo sido publicados anteriormente em outros blogs, revistas ou livros. Formato: Os ensaios devem ter entre 800 e 1500 palavras. Arquivo: O texto deve ser enviado em formato .doc ou .docx, fonte Times New Roman 12, espaçamento 1.5. Citações e referências devem seguir as normas da ABNT. Identificação: No corpo do e-mail, o autor deve incluir uma breve biografia (máximo 50 palavras) e seus links de redes sociais (opcional). O arquivo de texto não deve conter identificação para garantir uma avaliação cega. 📬 Envio e Prazos Os textos devem ser enviados para o e-mail: livrariapandora@gmail.com O assunto do e-mail deve seguir o padrão: "CHAMADA DE ENSAIOS 2026 - [Nome do Autor] - [Categoria]" Data limite para submissão: 31 de Março de 2026 🗳️ Processo de Seleção A seleção será realizada pela curadoria editorial da Livraria Pandora, com base nos seguintes critérios: Originalidade e profundidade da análise. Aderência à linha editorial (antirracista, crítica, decolonial) do blog. Clareza, qualidade da escrita e rigor argumentativo. Relevância para o debate público atual. Os autores dos textos selecionados serão contatados por e-mail e seus ensaios serão publicados no blog ao longo de 2026, com os devidos créditos. Aguardamos sua contribuição para, juntos, fazermos do pensamento uma ferramenta de luta. Atenciosamente, Helbson de Ávila Editor e Curador | Livraria Pandora

  • Cultura e Ciência: Territórios de disputa e ferramentas de reexistência

    "Toda cultura é, primeiramente, uma forma de intervir no mundo." - Fanon Celebrar o Dia Nacional da Cultura e da Ciência, neste 5 de novembro, é mais do que um gesto simbólico. É um convite à reflexão radical sobre o sentido profundo dessas palavras em um país que ainda luta para reconhecer a pluralidade de suas vozes e saberes. À primeira vista, o imaginário coletivo pode associar a data a museus, teatros, universidades e laboratórios — os espaços onde o "conhecimento" e a "criação" parecem habitar. Mas, se olharmos de forma crítica, veremos que cultura e ciência não se limitam a instituições; elas são a própria expressão e o motor do poder. Ambas são territórios epistemológicos: campos de batalha onde se define não apenas o que sabemos, mas quem tem o direito de saber e qual saber é considerado legítimo. A Cultura como braço Estético da hegemonia A cultura, longe de ser um campo neutro, sempre foi o território por excelência do conflito simbólico e político. Como apontaram Theodor Adorno e Max Horkheimer, na célebre crítica à Indústria Cultural, o capitalismo avançado transformou a arte em mercadoria e o entretenimento em um sofisticado mecanismo de controle social. Esta é a cultura como hegemonia, no sentido gramsciano: o "braço estético" do poder, que opera não pela força bruta, mas pela sedução e pelo consenso. Nessa lógica, o lazer é domesticado e a imaginação é confinada dentro dos moldes do consumo. O cinema, a música, a moda e as redes sociais passam a operar como engrenagens de uma máquina que padroniza o gosto, define o que é belo (geralmente, o branco e europeu) e, sobretudo, o que é aceitável. Celebrar a cultura, nesse contexto, exige perguntar: estamos celebrando a criação ou o conformismo? Estamos celebrando a diversidade ou a sofisticação da colonialidade? A Insurgência da reexistência: O Saber que emerge das Margens Entretanto, se há um lado da cultura que reproduz o poder, há outro que o subverte. É justamente nesse espaço de fissura, na contradição do sistema, que emergem as expressões que reescrevem o mundo a partir das margens. A cultura popular, negra, indígena, periférica e feminista tem sido, ao longo da história, um ato de insurgência, uma forma de dizer "nós existimos" diante de um sistema que insiste em silenciar. O samba, nascido entre senzalas e cortiços, transformou a dor da diáspora em ritmo, memória e resistência. O hip-hop, com sua poética urbana, tornou-se o jornal da periferia, denunciando a violência do Estado e as desigualdades estruturais com mais contundência do que muitos editoriais da grande imprensa. Na literatura, Conceição Evaristo nos ensinou que escrever é também viver — ou melhor, "escreviver". Sua escrita não é apenas literatura; é um método de produção de saber, herdeiro de vozes ancestrais que a história oficial tentou apagar, mas que ressurgem pela força da palavra. Da mesma forma, o funk, tantas vezes criminalizado, se ergue como a epistemologia do corpo. Num contexto que, como teorizou Fanon, busca disciplinar e alienar o corpo negro, o funk é a retomada indisciplinada desse corpo, afirmando o direito à festa, à voz e ao desejo. Ciência: da Legitimação do Poder ao Epistemicídio É aqui que a Cultura e a Ciência se encontram no mesmo campo de batalha. A "Ciência" que celebramos hoje, em seu modelo ocidental, positivista e universalista, foi a principal ferramenta de legitimação da ordem colonial e racial. Foi a "ciência" que mediu crânios para justificar a escravidão; foi a "ciência" da eugenia que definiu políticas de embranquecimento; foi a "ciência" que classificou saberes ancestrais como "superstição" ou "feitiçaria". Este é o epistemicídio, como conceitua Boaventura de Sousa Santos: o assassinato deliberado de formas de conhecimento. Quando a ciência se fecha em si mesma, isolada em laboratórios e jargões técnicos, ela corre o risco de reproduzir as hierarquias do mesmo sistema que diz investigar. Ela opera com a mesma lógica da Indústria Cultural: define um padrão (o método científico ocidental) e descarta o resto. A Desobediência Epistemológica: O futuro da luta Nesse sentido, cultura e ciência são irmãs de uma mesma genealogia emancipatória, quando se propõem a isso. Ambas nascem da curiosidade humana e do desejo de compreender o mundo — mas também da necessidade de transformá-lo. Uma ciência descolonizada, portanto, não é apenas aquela que "dialoga" com os saberes tradicionais. É aquela que reconhece o valor epistêmico da pajelança indígena, da tecnologia de cura dos terreiros, e que entende que o conhecimento não é monopólio de universidades, mas um bem comum da humanidade. Neste Novembro Negro, a celebração da cultura e da ciência deve se converter em gesto político e ético. É tempo de compreender que, para os povos historicamente subalternizados, a arte e o saber nunca foram luxo — foram sobrevivência. Foi linguagem cifrada de liberdade, forma de manter viva a memória dos que vieram antes e de sonhar futuros possíveis. Em um país onde a necropolítica e o epistemicídio ainda definem quem tem o direito de viver e de saber, criar e pesquisar são atos de resistência. Que o 5 de novembro não seja, portanto, apenas uma data comemorativa, mas um ato de desobediência epistemológica. Que celebremos as culturas que inquietam, as ciências que libertam, as artes que descolonizam nosso olhar e os saberes que reconstroem o mundo. Porque a verdadeira cultura não nos adormece — nos desperta. E a verdadeira ciência não apenas explica o real — ela o transforma.

  • Começou o Fim de Ano Mágico Pandora: 3 Presentes Para Celebrar 2025!

    Este não é um fim de ano comum. É o Fim de Ano Mágico Pandora! 🦉✨ O fim do ano é um tempo de balanço, de reflexão, de fechar ciclos e, claro, de celebrar. É o momento em que olhamos para as leituras que nos transformaram e já sonhamos com as que virão. Aqui na Pandora, acreditamos que essa celebração deve ser compartilhada. Por isso, preparamos não um, mas TRÊS presentes especiais para você fechar 2025 com a estante cheia e o coração quentinho. É a nossa forma de agradecer pela sua companhia neste ciclo e presentear quem mais importa: você, nosso leitor! Confira em detalhes a magia que preparamos: 1. 🎁 O Presente Imediato: A Magia da Escolha (Leve em Dobro!) Nossa grande promoção de Fim de Ano é sobre o poder da escolha. Este ano, o desconto não é fixo: ele é uma oportunidade. Como funciona? É simples: nas suas compras acima de R$ 99,00, a mágica acontece. Você ganha o direito de escolher um outro livro inteiramente grátis para adicionar ao seu carrinho! Isso mesmo: você escolhe os livros que quer comprar e, atingindo o valor, ganha mais um de presente. Qual é a vantagem? Dependendo do livro que você escolher como brinde, sua compra total pode chegar a incríveis 50% de desconto sobre o valor original dos produtos. É a sua chance de, na prática, levar dois livros pelo preço de um, ou garantir aquele título que você tanto queria como um presente nosso. (Verifique as regras e livros selecionados para o brinde diretamente no site ao fechar seu pedido). 2. 💰 O Presente que Volta: Pandora Cash! Aqui, sua compra vale o dobro. Este é o presente que celebra o futuro! Além de aproveitar a promoção do livro grátis, TODA compra realizada no site durante o período da campanha se transforma automaticamente em Pandora Cash! 💰 Como funciona? Você compra seus livros agora, aproveita a promoção, e nós creditamos um valor de volta (cashback) na sua conta Pandora. Esse crédito ficará guardado e será liberado para você usar nas suas primeiras leituras de 2026. Você garante os presentes de agora e nós garantimos um presente para o seu "eu" do futuro. 3. 🤝 O Presente Compartilhado: Amigo Indica Corujitos! Magia boa é magia compartilhada. Acreditamos tanto nisso que criamos um programa onde todos ganham. Espalhe o amor pela leitura com nosso programa "Amigo Indica Corujitos". Como funciona? Você presenteia: Você envia seu link de indicação pessoal para seus amigos. Com ele, seu amigo ganha 20% OFF de presente para fazer a primeira compra dele no site. (Um presentão de boas-vindas!) Você ganha: Para cada amigo que de fato utilizar o seu link e finalizar a primeira compra, você ganha 50 Corujitos (R$ 50,00) de bônus no seu saldo Pandora Cash. Simples assim! É o ciclo perfeito: você presenteia quem ama e ainda ganha bônus por espalhar a palavra da leitura. Resumindo: A Magia Pandora em Três Atos Este é o nosso jeito de fazer o fim de ano ser mais especial. É a sua chance de: ✅ Ganhar um livro inteiramente grátis nas compras acima de R$ 99,00! ✅ Ganhar dinheiro de volta em CADA compra (Pandora Cash)! ✅ Presentear seus amigos com 20% OFF e ganhar 50 Corujitos por isso! Não dá para perder! 😮 Agradecemos por fazer parte da nossa história em 2025 e esperamos que essa magia torne seu fim de ano ainda mais especial. Corra para o site, pois a promoção é por tempo limitado! 💖 Encontre toda essa magia aqui: www.livrariapandora.com.br #LivrariaPandora #FimDeAnoPandora #PandoraCash #AmigoIndicaAmigo #AmigoIndicaCorujitos #PromoçãoDeFimDeAno #NatalComLivros #LivroGrátis #Cashback #IndiqueEGanhe #GanhamOsDois #PresenteieComLivros #AmoLer

  • Avaliação da intervenção socioeducacional: agentes, âmbitos e projetos

    É com grande entusiasmo e um olhar aguardante sobre o futuro que apresentamos o conteúdo do livro "Avaliação da intervenção socioeducacional: agentes, âmbitos e projetos", disponível na Livraria Pandora. Este trabalho se destaca como uma verdadeira obra-prima no campo da educação e da assistência social, congregando conhecimentos fundamentais sobre a avaliação das intervenções socioeducacionais. Com uma abordagem que estimula a reflexão, o livro convida educadores, assistentes sociais, gestores públicos e todos os interessados na transformação social a mergulharem nas páginas que revelam os desafios, métodos e impactos dessas intervenções na vida de jovens e adultos. A importância da avaliação Vivemos em um mundo em constante transformação, onde a busca por soluções eficazes para os desafios sociais se torna cada vez mais urgente. Nesse contexto, a avaliação das intervenções socioeducacionais emerge como uma ferramenta essencial. Ela não apenas ajuda a medir resultados, mas também a compreender como e por que as diferentes práticas funcionam, proporcionando uma base sólida para a elaboração de futuras estratégias. O livro parte do princípio de que a avaliação não é um mero exercício burocrático, mas sim um processo vivificador que permite a análise crítica das ações desenvolvidas. Ao adotarmos essa perspectiva, percebemos que a avaliação pode ser um poderoso aliado na promoção de mudanças significativas, possibilitando que intervenções sejam ajustadas, aprimoradas e, assim, mais efetivas. Estrutura e conteúdo do livro A obra é organizada de forma didática e envolvente, permitindo que o leitor navegue por diferentes seções que abordam aspectos essenciais da avaliação socioeducacional. Desde uma introdução ao tema, que estabelece os fundamentos teóricos, até estudos de casos reais que exemplificam as discussões, cada capítulo é ricamente tecido por experiências práticas e referencias teóricas sólidas. Um dos pontos altos do livro é a discussão sobre o papel dos agentes intervenientes. Os educadores, assistentes sociais e profissionais envolvidos nas intervenções são vistos como verdadeiros agentes de transformação. Os autores enfatizam a importância do preparo e da formação desses profissionais, ressaltando que, para promover mudanças efetivas, é imprescindível que esses agentes possuam não apenas conhecimento técnico, mas também uma sensibilidade aguçada para as realidades que se apresentam. Práticas avaliativas envolventes Nos capítulos seguintes, explora-se o conceito de práticas avaliativas participativas. A proposta de engajar os jovens e adultos nas avaliações das intervenções nas quais estão inseridos é revolucionária. Esses indivíduos, muitas vezes vistos apenas como sujeitos passivos, ganham voz e protagonismo nesse processo. É uma mudança de paradigma que transforma a avaliação em uma experiência colaborativa, onde todos os envolvidos compartilham suas percepções, desafios e, é claro, suas esperanças. Uma das metodologias apresentadas no livro é a Avaliação Participativa, que envolve a construção coletiva de indicadores e a identificação de metas por parte de todos os envolvidos. Essa abordagem não apenas valoriza a experiência dos beneficiários, mas também fortalece os vínculos e a comunidade, promovendo um senso de pertencimento e empoderamento. Impacto e resultados Na busca por compreender o impacto das intervenções socioeducacionais, o livro apresenta diversas histórias inspiradoras de organizações que, por meio de metodologia e avaliação adequadas, conseguiram transformar realidades. Essas narrativas mostram que, embora os desafios sejam imensos, as possibilidades de mudança são igualmente vastas. Os resultados muitas vezes superam as expectativas iniciais, reafirmando que quando se investe na formação e na avaliação, os frutos colhidos são ricamente abundantes. Além disso, a obra destaca a importância da articulação entre diferentes setores - educação, saúde, assistência social - na construção de um sistema socioeducacional mais coeso e eficaz. Essa intersetorialidade é fundamental para potencializar os resultados das intervenções, criando um ambiente propício ao aprendizado e ao desenvolvimento integral dos indivíduos. Conclusão O livro "Avaliação da Intervenção Socioeducacional: Agentes, âmbitos e projetos" é, sem dúvida, uma leitura indispensável para todos aqueles que se dedicam à promoção de justiça social e desenvolvimento humano. Com uma combinação perfeita de teoria e prática, os autores nos oferecem uma ferramenta inovadora, capaz de integrar conhecimentos e experiências que podem servir de guia para um futuro mais inclusivo. Em suma, a avaliação da intervenção socioeducacional não é apenas um processo necessário; é uma verdadeira jornada de transformação que nos leva a repensar nosso papel enquanto agentes de mudança. A partir do conhecimento adquirido nesta obra, podemos nos inspirar a atuar com mais eficácia e empatia, contribuindo para a construção de uma sociedade onde todos tenham voz, vez e oportunidades. Vamos juntos, com entusiasmo, trilhar esse caminho e nos tornarmos os agentes transformadores que o mundo tanto precisa! Comprando este livro na promoção de Natal da Pandora, você garante 50% de desconto! Isso mesmo, pague a metade do preço por uma obra que vai te levar ao próximo nível na sua atuação como educador social. Mas corra, essa oferta é válida somente até 31 de dezembro de 2024! 🎁🎄 Informações adicionais: * Autores: Santiago Castillo Arredondo e Jesús Cabrerizo Diago * Editora: Intersaberes * Idioma: Português

  • Imprensa Negra Fluminense e Ditadura: Resistência e construção de identidade

    O capítulo 16 do livro Perspectivas Sociológicas Contemporâneas, "Imprensa negra fluminense no contexto da Ditadura Empresarial-Militar", de Helbson de Avila*, analisa o papel crucial da imprensa negra na luta contra o racismo durante a ditadura militar no Brasil (1964-1985). O autor argumenta que, em um contexto de repressão e censura, a imprensa negra serviu como um espaço fundamental de resistência, construção de identidade e promoção da igualdade racial. A pesquisa utiliza uma metodologia qualitativa, com análise de conteúdo de periódicos da imprensa negra fluminense produzidos durante a ditadura. O autor examina como esses periódicos denunciaram o racismo, promoveram a igualdade racial e se posicionaram como um contraponto à imprensa hegemônica, que frequentemente ignorava ou perpetuava estereótipos raciais. O estudo destaca a importância da imprensa negra na organização e mobilização da comunidade afro-brasileira, especialmente em um contexto de repressão política e social. O autor argumenta que a imprensa negra serviu como um espaço de resistência, construção de identidade e luta contra o racismo estrutural. A pesquisa também analisa as estratégias utilizadas pela imprensa negra para superar os desafios impostos pela censura e pela falta de recursos. O autor destaca a criatividade, a resiliência e o compromisso dos intelectuais negros que produziram esses periódicos, garantindo que as vozes e as demandas da população negra fossem ouvidas, mesmo em um período de adversidades. O capítulo conclui que a imprensa negra desempenhou um papel crucial na luta contra o racismo e na construção de uma sociedade mais justa e igualitária. O autor destaca o legado da imprensa negra para o movimento negro e para a sociedade brasileira, inspirando futuras gerações a continuar a luta por justiça social e igualdade racial. Contribuições do estudo: Amplia o conhecimento sobre a história da imprensa negra e sua importância na sociedade brasileira. Destaca a importância da comunicação política na luta contra a opressão. Aprofunda o debate sobre o papel da imprensa negra na construção de uma identidade negra positiva. A metodologia utilizada permite uma análise aprofundada do conteúdo e do contexto da imprensa negra durante a ditadura. Este capítulo lança luz sobre um importante aspecto da história da luta contra o racismo no Brasil, demonstrando como a imprensa negra, mesmo diante da repressão, serviu como um instrumento de resistência e de empoderamento da comunidade afro-brasileira. O estudo evidencia a necessidade de se preservar e valorizar esse legado, reconhecendo a imprensa negra como um patrimônio histórico e cultural do Brasil. ÁVILA, Helbson. Imprensa negra fluminense no contexto da Ditadura Empresarial-Militar. In: ZUCCARELLI, Carolina; VINUTO, Juliana; MONTEIRO, Cristiano (Org.). Perspectivas sociológicas contemporâneas. Niterói: Editora Uaná, 2024, p. 462-487. Adquira o seu exemplar virtual gratuitamente, seguindo o link abaixo:

  • Comportamento organizacional e intraempreendedorismo: uma nova abordagem

    No contexto atual das organizações, caracterizadas por um ambiente de constantes mudanças e alta competitividade, o comportamento organizacional apresenta-se como um elemento crucial para o sucesso dos negócios. Trata-se da maneira como os profissionais interagem e se comportam dentro de seus grupos de trabalho, influenciando diretamente a produtividade e a inovação. Contudo, a obra organizada por Camila Bruning, Cristiane Cecchin Monte Raso e Alessandra de Paula oferece uma perspectiva inédita ao integrar o conceito de intraempreendedorismo a essa discussão. O intraempreendedorismo refere-se à postura dos colaboradores que, dentro de suas funções, buscam identificar oportunidades, propor inovações e implementar melhorias nos processos organizacionais. Essa mentalidade empreendedora é fundamental em um cenário onde a adaptabilidade e a inovação se tornaram imperativos. A associação entre comportamento organizacional e intraempreendedorismo delineia um perfil de profissional cada vez mais desejado pelas empresas contemporâneas: aquele que é inovador, criativo e flexível. Ao abordar a sinergia entre esses dois conceitos, a obra não apenas revisita o comportamento organizacional, como também propõe um novo paradigma para a atuação dos colaboradores nas organizações. Essa relação evidência a necessidade de um ambiente que estimule a proatividade e a criatividade, reconhecendo e valorizando iniciativas que promovam melhorias e inovações. Assim, o impacto do comportamento organizacional, quando aliado ao intraempreendedorismo, revela-se vital para a construção de organizações que não apenas sobrevivem, mas que prosperam diante das adversidades do mercado. Em suma, a obra em questão ressalta a importância de um novo profissional capaz de integrar habilidades interpessoais e visão empreendedora, características essenciais para o cenário corporativo atual.

  • A subjetividade literária na obra de Amara Moura: reflexões a partir de “E se eu fosse puta"

    Na 22ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP), o nome de Amara Moura ressoou com a força e a autenticidade que a literatura contemporânea precisa. Com o lançamento de seu novo livro, “E se eu fosse puta”, Moura não apenas apresenta uma obra; ela provoca uma reflexão intensa sobre a subjetividade, a identidade e a condição humana. Neste ensaio, exploraremos a relevância do trabalho de Moura e sua mensagem instigante, que desafia normas e provoca o leitor a confrontar suas próprias concepções de valor e identidade. A subjetividade como eixo fundamental Um dos pontos centrais levantados por Amara Moura durante sua apresentação na FLIP é a reivindicação da subjetividade literária. Para a autora, essa subjetividade não é apenas um elemento a ser explorado, mas sim o eixo fundamental que sustenta toda a construção literária. Em “E se eu fosse puta”, o leitor é convidado a navegar por um universo onde as normas sociais são questionadas, as identidades são fluidas, e as experiências humanas são abordadas em sua crueza e complexidade. A subjetividade aqui se manifesta de maneira intensa e visceral. Amara Moura propõe que o leitor considere a possibilidade de ser “puta” não apenas em um sentido literal, mas também metafórico. O que significa ser reduzido a um rótulo? Que escolhas fazemos em nossas vidas que nos levam a esse lugar de liminaridade? Essas perguntas ecoam ao longo das páginas do livro, desafiando normas e incitando uma reavaliação do que significa viver de forma autêntica. “E se eu fosse puta?”: um mosaico de verdades A sinopse de “E se eu fosse puta” apresenta um panorama intrigante e provocador. A autora não hesita em admitir que o livro “tem de tudo um pouco, mas sobretudo verdade”. Essa busca pela verdade “escondidinha, debaixo do tapete” nos faz refletir sobre o quanto muitas vezes preferimos ignorar as realidades desconfortáveis da vida cotidiana. Amara convida o leitor a trabalhar simultaneamente com a crítica e com a auto-reflexão. Moura revela um cotidiano que, à primeira vista, pode parecer banal, mas que carrega em si nuances de dor, desejo e a constante busca por pertencimento. “O dia a dia da rua, a barganha, a cama, o homem depois de gozar” não são meros elementos de uma narrativa; eles são representações da luta pela compreensão do eu e do outro. Com um olhar clinicamente crítico, a autora expõe a fragilidade das relações humanas, revelando uma vulnerabilidade que ressoa com muitos leitores. A experiência da travestilidade Em “E se eu fosse puta”, Amara Moura também se debruça sobre a experiência da travestilidade. A autora se vê como “travesti” e essa auto-identificação se apresenta como um ato de resistência e afirmação. O corpo, como ela descreve, “que não tem lugar” e “que se prestava pra sombra”, simboliza uma busca incessante por visibilidade em um mundo que frequentemente marginaliza essas identidades. Essa travessia da travestilidade é um ponto crucial na obra. Ao se reconhecer nessa condição, Moura também revela a umidade de seu eu, que se transforma sob a dor e a alegria das experiências vividas. Amara nos questiona: “quem me entendia?” e, ao fazer isso, nos provoca a pensar sobre nossa própria capacidade de empatia e compreensão em relação a outrem. Reflexões sobre escolhas e identidade “E se eu fosse você?” — essa pergunta enigmática presente na sinopse é um convite para o leitor refletir sobre suas próprias escolhas, suas próprias experiências e o que significa ser humano em um mundo repleto de julgamentos. O livro é uma celebração e, ao mesmo tempo, uma desconstrução das normas que nos cercam. Moura nos faz repensar sobre as circunstâncias que moldam nossas identidades e decisões. Ao longo da narrativa, o corpo torna-se um espaço de luta: luta por reconhecimento, luta contra estigmas, e luta por aceitação. O corpo em movimento, que serve a diversas funções, e que, muitas vezes, é obrigado a se esconder em sombras para sobreviver. Essa luta se transforma em uma metáfora poderosa para as escolhas que fazemos e como elas nos definem, desafiam e moldam. A literatura como ferramenta de transformação O lançamento de “E se eu fosse puta” na FLIP reafirma o papel da literatura como uma ferramenta de transformação e reflexão. Amara Moura nos arremessa a desafios que vão além das páginas do livro; ela nos convida a dialogar sobre a subjetividade, a identidade, e a liberdade de ser quem somos, sem amarras ou rótulos. Num mundo onde a identidade é muitas vezes escrita por outros, a obra de Moura se destaca como um grito de resistência, uma afirmação de que a verdade reside nas experiências individuais e que, sim, somos todos múltiplos. Através de sua escrita autêntica e provocadora, Amara Moura não apenas escreve sua história, mas também abre um espaço para que outros possam se reconhecer e, quem sabe, encontrar suas próprias verdades escondidas debaixo do tapete. A literatura, como bem nos mostra essa nova obra, permanece em constante diálogo com a vida, e é na intersecção entre ambas que encontramos as respostas para as perguntas que nos inquietam. E assim, se você ainda não leu “E se eu fosse puta”, fica aqui a recomendação: mergulhe nessa obra e veja que, em cada página, há um convite à reflexão sobre quem somos e quem podemos ser em um mundo que insiste em nos colocar em caixinhas.

  • Quando o racismo bate à porta: uma reflexão necessária e urgente

    Se você está em busca de uma leitura que não apenas informe, mas que também provoque reflexão e incite ação, então prepare-se para mergulhar com entusiasmo no livro "Quando o racismo bate à porta", de Thainá Santos e Fabiane Gonçalves. Esta obra não é apenas um livro; é um grito de resistência e uma convocação para todos nós! Através de 27 relatos poderosos, as autoras nos convidam a explorar as distintas maneiras pelas quais o racismo se manifesta na sociedade brasileira, moldando experiências e vidas de pessoas negras de formas que muitas vezes são invisíveis para quem está fora dessa realidade. A luta pela voz e pela visibilidade Santos e Gonçalves nos apresentam uma mensagem clara: “Nós somos as vozes da resistência preta e precisamos ecoá-las através de nossas escritas.” O que isso significa? Que a literatura é uma ferramenta poderosa de manifestação e resistência. Cada página está impregnada de histórias que não apenas registram vivências, mas que também desafiam a estrutura de discriminação racial que ainda persiste, surpreendentemente, nos dias de hoje. As autoras nos lembram que, assim como Anastácia, uma figura emblemática de resistência e liberdade, elas estão aqui sem amarras, para contar suas histórias e dar voz a tantas outras que foram silenciadas. O impacto do racismo na vida cotidiana Você já parou para pensar sobre como o racismo vaza na vida de um brasileiro de pele preta? As autoras nos instigam a refletir sobre isso ao afirmar que ele "bate à nossa porta" de diversas formas. O que poderia parecer um fenômeno distante e abstrato toma forma nas narrativas contadas neste livro. Cada relato é uma janela para a realidade cruel de quem viveu, e ainda vive, sob a influência de um sistema que marginaliza e discrimina. Não se trata de uma história única, mas de um labirinto complexo de experiências que se cruzam e se entrelaçam, cada uma revelando um fragmento da verdade sobre o Brasil. A importância da escrita e da documentação Um dos pontos centrais da obra é a ideia de que precisamos registrar estas experiências não apenas para o presente, mas para as gerações futuras. Como as autoras afirmam, este livro é uma forma de documentar não apenas a dor, mas a resistência e a luta pela equidade racial. Ao compartilhar suas escrevivências, Santos e Gonçalves não só iluminam o caminho para aqueles que ainda duvidam sobre a existência e a gravidade do racismo, mas também criam um legado importantíssimo que educa e inspira. A necessidade de mudança A frase que ecoa entre as páginas do livro é clara: se o racismo bate à nossa porta, que possamos, por meio da palavra, arrombar ou arrancar essa porta! Esse chamado à ação é para todos nós. O reconhecimento das mazelas que o racismo provoca deve ser o primeiro passo rumo ao entendimento e à transformação. As histórias contadas vão desde experiências sutis de discriminação até situações mais explícitas de violência e opressão. É um convite à empatia, que nos desarma e nos leva a refletir sobre o que podemos fazer para mudar essa realidade. Encerrando com Esperança "Quando o racismo bate à porta" é um testemunho poderoso do espírito humano e de sua capacidade de resistência. Thainá Santos e Fabiane Gonçalves nos provêm não apenas relatos de dor, mas também de força, luta e esperança. Ao fecharmos o livro, somos deixados com um senso de urgência e uma responsabilidade compartilhada: a de não apenas ouvir, mas também agir. A literatura se torna um não só um espaço de resistência, mas também um meio de transformação social e de construção de pontes entre realidades diferentes. Portanto, se você ainda não pegou seu exemplar, não perca mais tempo! Adentre nessa leitura que promete tocar seu coração e desafiar suas convicções. A resistência preta não pode e não deve ser silenciada. Vamos juntos abrir as portas para o diálogo e a mudança! 🌟📚

  • Tiago Cabral: um multiplicador de saberes e experiências em Psicologia, Literatura e Cultura Pop

    Tiago Cabral é, sem dúvida, uma força criativa e intelectual que transita por diversos campos do conhecimento, evidenciando a interconexão entre psicologia, literatura e cultura pop. Sua trajetória é marcada por uma dedicação impressionante, tanto na prática psicológica quanto na produção literária, e seu trabalho como educador e divulgador contribui significativamente para a formação de uma sociedade mais consciente e inclusiva. Vamos explorar as vibrantes nuances da atuação deste notável profissional. ATUAÇÃO COMO PSICÓLOGO: uma paixão por ajudar o próximo Com mais de uma década de atuação na área clínica e em políticas públicas, Tiago tem se mostrado um verdadeiro defensor dos direitos das populações marginalizadas. Sua experiência em serviços como o PAIF e sua atuação em políticas de garantia dos direitos de crianças e adolescentes são exemplos claros de seu compromisso social. Trabalhar com a população em situação de rua exige não apenas conhecimento técnico, mas também um coração generoso e uma mente aberta, e Tiago possui ambas as qualidades em abundância. Além de sua prática clínica, que se nutre de uma fundamentação sólida em neurociências e ciência cognitiva, Tiago tem participado de seminários renomados em instituições como a Universidade de Columbia e o Instituto Ackerman de Psicologia para Famílias. Essas experiências não apenas enriquecem seu repertório acadêmico, mas também o capacitam a oferecer uma visão mais ampla e inclusiva sobre a psicologia, especialmente em um mundo onde a desestigmatização da saúde mental é tão necessária. Sua busca contínua por conhecimento, agora voltada para a psicanálise e epistemologia, demonstra um compromisso que vai além do consultório, visando entender a complexidade do ser humano em suas diversas camadas. ATUAÇÃO COMO ESCRITOR: um mundo de narrativas e imaginação Na literatura, Tiago Cabral brilha como autor independente e tem conquistado um espaço especial nas plataformas digitais, em especial na Amazon Kindle. Suas obras, que muitas vezes transitam pelos gêneros de fantasia e terror, capturam a imaginação de leitores ávidos por novas experiências literárias. Participar da Feira Literária Internacional de Paraty como um autor selecionado é um feito que reflete sua habilidade em contar histórias que ressoam. Além de ser um contador de histórias, Tiago também se destacou como redator em sites que exploram o universo do storytelling, RPG e jogos eletrônicos. O talento para entrelaçar narrativas e criar mundos fascinantes é uma extensão de sua expertise psicológica, permitindo que ele compreenda e relacione as emoções e os comportamentos humanos com as tramas que cria. Essa conexão estreita entre psicologia e literatura é uma de suas grandes paixões e um tema constante de discussão em suas participações em podcasts e entrevistas. ATUAÇÃO COMO PROFESSOR: um educador imparcial na formação de novas gerações Desde o início de sua carreira, Tiago optou pela docência como seu caminho profissional, mostrando que educar é um dos pilares mais poderosos para a transformação social. A especialização em ensino superior pela UCDB e a vasta experiência em ministrar palestras e cursos refletem seu comprometimento em espalhar o conhecimento. Seus alunos não apenas aprendem sobre psicologia, mas se tornam agentes de mudança, inspirados por Tiago a aplicar o que aprendem em prol de uma sociedade mais justa e solidária. A capacidade de comunicar-se efetivamente, seja em palestras, cursos preparatórios ou em programas de pós-graduação, demonstra que Tiago não é apenas um professor, mas um verdadeiro mentor. Ele instiga seus alunos a pensar criticamente, proporcionando uma base sólida que os prepara para os desafios do mundo contemporâneo. OUTROS INTERESSES: a intersecção com a cultura pop e a tecnologia Tiago é um apaixonado por cultura pop, e sua apreciação por cinema, literatura, séries e games é evidente em suas obras e palestras. Seu interesse pela interseção entre psicologia, neurociências e storytelling é um tema que permeia não apenas sua prática profissional, mas também suas escritas. Essa curiosidade e paixão por diferentes formas de arte ampliam sua perspectiva e o tornam um comunicador versátil. Além disso, seu entusiasmo pela internet e pelas tecnologias da informação o leva a explorar como essas ferramentas podem ser utilizadas para expandir o acesso à psicologia. Em um mundo cada vez mais digital, Tiago vê a oportunidade de levar apoio psicológico a pessoas que, de outra forma, poderiam nunca ter acesso a esse tipo de assistência. Seus textos, citações em jornais e participação em podcasts demonstram que ele é mais do que um profissional; ele é um verdadeiro pensador que se preocupa com as questões sociais, culturais e psicológicas que impactam nossas vidas. Cada participação em entrevistas e eventos é uma oportunidade que Tiago utiliza para transmitir conhecimento, gerar discussões e promover uma maior compreensão sobre a psicologia e sua interseção com a cultura. CONCLUSÃO: Tiago Cabral, um farol de esperança e conhecimento Em suma, Tiago Cabral é um exemplo icônico de como um indivíduo pode transcender fronteiras profissionais e acadêmicas para se tornar um agente de mudança. Seu trabalho como psicólogo, escritor e professor se entrelaça de tal forma que ele se torna uma voz poderosa tanto nas salas de aula quanto nas redes sociais. Ele não apenas busca entender o ser humano em suas complexidades, mas também promove uma conscientização necessária sobre a relevância da psicologia dentro das políticas públicas e da literatura. Seja através de suas narrativas cativantes, do apoio psicológico que oferece ou da educação que ministra com paixão e dedicação, Tiago Cabral é, sem dúvida, uma inspiração para todos nós. Que sua jornada continue a iluminar o caminho para muitos, enquanto ele continua a fazer a diferença em múltiplos cenários. Conheça e adquira gratuitamente um dos trabalhos deste renomado autor:

  • Han Kang: a voz profunda da literatura sul-coreana

    A literatura é um campo vasto e diversificado, cheio de vozes que refletem a complexidade da experiência humana. Entre essas vozes, destaca-se Han Kang, uma escritora sul-coreana que, através de suas obras profundas e provocativas, oferece uma visão penetrante sobre temas que vão desde a identidade até os traumas culturais. Nascida em 27 de novembro de 1970 na cidade de Gwangju, Han Kang tem se estabelecido como uma das autoras mais impactantes da cena literária contemporânea. A Ascensão Literária de Han Kang Han Kang não é apenas uma escritora, mas uma cronista das emoções e experiências humanas em um mundo que muitas vezes parece indiferente. Seu reconhecimento internacional começou com o romance "A Vegetariana", publicado em 2007, que rapidamente se tornou um bestseller global. Traduzido para várias línguas e ganhador do prestigioso Man Booker International Prize em 2016, "A Vegetariana" catapultou Han para o centro das atenções literárias, permitindo que suas reflexões sobre a vida, a morte e o desejo reverberassem em leitores de diferentes culturas. "A Vegetariana" narra a história de Yeong-hye, uma mulher comum que decide interromper seu consumo de carne e adotar um estilo de vida vegano, um ato que desencadeia uma série de eventos perturbadores e transformarão sua vida e a vida daqueles ao seu redor. O livro explora, de maneira única, questões de identidade pessoal e social, a luta contra as imposições culturais e as consequências de desejar fugir de um mundo que frequentemente impõe normas e expectativas rigorosas. A decisão de Yeong-hye de se tornar vegetariana é mais do que uma escolha alimentar; é um ato de rebelião e uma busca desesperada por liberdade em uma sociedade que a aprisiona, oferecendo uma crítica poderosa à falta de autonomia nas vidas das mulheres. Temas Universais com Raízes Culturais O estilo de escrita de Han Kang é notável por sua sensibilidade e profundidade. Ela possui uma capacidade notável de transitar entre o poético e o perturbador, mantendo o leitor imerso nas emoções cruas e complexas de seus personagens. Seu talento se revela na forma como aborda temas sombrios — como a violência, a alienação e a busca por significado — frequentemente reflexo da turbulenta história política da Coreia do Sul. Além de "A Vegetariana", outras obras de Han Kang, como "O Luto de ELSIE" e "A Fome", também exploram essas dimensões emocionais e psicológicas da condição humana. "O Luto de ELSIE", por exemplo, se debruça sobre a dor, a perda e a maneira como os laços familiares podem ser tanto fonte de conforto quanto de conflitos intensos. Já "A Fome" revisita a história de uma crise de fome na Coreia, interligando relatos pessoais com a experiência coletiva de um povo que viveu sob a opressão e a luta pela sobrevivência. Cada uma de suas obras não apenas reflete o individual, mas também ecoa as realidades de uma sociedade que atravessou momentos de crise e transformação. Han Kang se destaca pela sua habilidade em fazer com que histórias pessoais se tornem universais, ampliando a compreensão do que significa ser humano em um mundo repleto de incertezas. A Importância da Literatura de Han Kang O impacto da literatura de Han Kang vai além das palavras escritas. Ela se torna, de certa forma, uma porta de entrada para explorar a complexidade cultural da Coreia do Sul, especialmente no que diz respeito à relação entre indivíduos e a sociedade. As suas obras são essenciais para a compreensão de como a história e a cultura moldam as identidades pessoais e coletivas. Com um olhar crítico sobre o passado, Han Kang também nos convida a refletir sobre o presente. À medida que o espectro da violência e da opressão se desdobra em suas narrativas, ela nos confronta com questões relevantes que permanecem atuais: como lidamos com a dor? Como a sociedade condiciona nossas escolhas? E, por fim, o que significa verdadeiramente ser livre em um mundo que frequentemente nos aprisiona? Conclusão: Uma Voz para o Futuro A contribuição de Han Kang para a literatura não pode ser subestimada. Ela não é apenas uma autora talentosa, mas uma observadora perspicaz da condição humana. Por meio de suas histórias, ela não apenas se liga à sua cultura natal, mas também toca em temas universais que ressoam com leitores ao redor do mundo. Através de uma prosa delicada e poderosa, Han Kang se estabelece como uma das vozes mais importantes da literatura contemporânea sul-coreana, desafiando cada um de nós a confrontar nossas próprias verdades, traumas e aspirações. A literatura de Han Kang é um convite à introspecção e à empatia, um lembrete de que, por trás de cada narrativa, reside não apenas uma história, mas a própria essência da experiência humana. Ao engajarmos com suas obras, somos compelidos a examinar não apenas as vidas dos personagens, mas também as nossas próprias realidades e a complexidade da vida em sociedade. Han Kang continua a ser uma presença vital na literatura global, e suas palavras certamente ecoarão por muitas gerações futuras.

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