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Jovens negros no Brasil - Civilizacao e barbarie

Jovens negros no Brasil - Civilizacao e barbarie

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O Paradoxo da Farda: Algodão entre Cristais Uma análise da violência policial sob a ótica da identidade racial negada.

 

O livro de Graziela de Oliveira propõe um mergulho corajoso em um tabu: a violência do negro contra o negro mediada pelo Estado. A obra desafia o leitor a olhar para além da estatística fria da letalidade policial e investigar o humano por trás do gatilho, especialmente quando o algoz compartilha a mesma cor da vítima.

 

  • A Corporação como Refúgio e Armadilha A descrição expandida destaca a dualidade da Polícia Militar na vida do homem negro periférico.

 

Mobilidade Social: A carreira militar é apresentada não apenas como emprego, mas como uma das poucas vias de ascensão social e estabilidade econômica acessíveis a jovens negros e pobres.

 

O Escudo da Farda: Dentro da corporação, o policial negro sente-se, paradoxalmente, protegido do racismo que sofreria como civil. A farda funciona como uma "segunda pele" que lhe confere autoridade e o blinda (momentaneamente) da marginalização social, mas cobra um preço alto: a adesão incondicional à lógica de repressão.

 

  • O Mecanismo de Projeção: Atirando no Espelho O ponto nevrálgico da obra é a hipótese psicanalítica para a brutalidade. O livro sugere que a violência excessiva do policial negro contra o jovem negro não é mera coincidência, mas um mecanismo de defesa psíquica chamado projeção.

 

O Inimigo Interno: Ao encarar um jovem negro periférico, o policial vê a si mesmo no passado — a vulnerabilidade, a pobreza e a discriminação que ele lutou para superar.

 

A Violência como Negação: Para afirmar sua nova identidade de "ordem" e "civilização", ele precisa destruir o que considera "barbárie". Atacar o jovem negro torna-se, inconscientemente, uma forma de matar sua própria origem dolorosa e provar lealdade ao sistema que o acolheu.

 

  • Civilização e Barbárie O título evoca a tensão constante da sociedade brasileira. A obra argumenta que a estrutura militarizada (a "civilização") utiliza corpos negros para gerir a miséria e a exclusão (a "barbárie"), criando um ciclo fratricida onde o racismo estrutural opera de forma tão eficiente que não precisa nem mesmo de agentes brancos para ser letal.

 

Conclusão Este livro é um chamado urgente para psicólogos, sociólogos e gestores públicos. Ele demonstra que não basta reformar protocolos de abordagem; é preciso dissecar o "complexo causal" que transforma vítimas de ontem nos algozes de hoje. Entender a dor silenciada do policial negro é fundamental para desarmar a lógica de guerra que vitima a juventude negra brasileira.

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